Não me atiro nesta aventura da escrita pela primeira vez. Desde que o sei fazer que sou acometida de um impulso incontrolável, criando personagens, desenvolvendo-os, femininos e masculinos, e muitos perecendo à minha vontade.
Não brinco aos deuses nem me considero possuída de alguma força divina. De facto, a minha orientação religiosa é nenhuma, crente em nada ou, fanática da minha força e vontade interiores.Este avesso que viro e faço direito, escondendo costuras ou pontos mal dados equilibra-me, estabiliza-me.
Talvez me faça bicho-do-mato neste mundo meu, não um reflexo do espelho tal síndrome de Alice mas uma cognitividade por vezes raiada da demência que os outros veem.
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