Pedir perdão. Aceitar perdão. Fazer de conta. Recordar. Castigar. Repetir. Condenar-me.
Nomeio-me como o maior eu a perdoar os outros, como a que se flagela por acreditar e já saber e ainda assim aceitar que o perdão não vem do direito nem do avesso, vem do coração.
Guardo o coração. Esqueço o coração. Não tenho coração. Condeno-me a não ser.
E chegam os opostos e ajoelham-se. Entrego-lhes o nosso coração. Volto a ser eu.