Sem me querer atirar para o lado pessoano, muitas vezes duvido da existência da Constança, vide alma que por aí circula.
A verdade não é única nem constante. Aprendi-o, contrariando toda a herança que me passaram, palmadas nas mãos, abanões no carácter, a pergunta sempre. Porquê?
Porquê eu?
Outros haverão que se questionam, mas não se expõem, camuflam-se de uma normalidade que ainda me deixa mais de nariz torcido e ao contrário, a andar com as mãos no chão.
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