De novo o avesso sentado, a ocupar a minha cadeira, a minha mesa, a amachucar a minha almofada entre seios e coração e amor, tu de lado, prazeiroso, encantado nesta melodia que te ensurdece ao meu chamamento.
Não me vês.
Eu de frente para ti, de braços esticados a dizer-te EU, VEM, nada chega para tamanho feitiço do que o oposto que se despe da minha pele.
Penduro-me. Sem amarrotados, sem vincos. Guardo-me para quando estiver na moda.
1 comentário:
pero-me com tanta coisa bela que leio na blogosfera, não só aqui...
...e o que não é moda hoje será novamente.
amo modas que já passaram mas são ainda as minhas.
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