07/11/08

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Choro pouco, muito pouco.

Ao contrário da maioria das pessoas as lágrimas salgam-me quando me encontro no topo da montanha da felicidade, do amor, do reencontro.


Até a dor fisica, incontrolável no saco lacrimal, eu sustenho e raras vezes se soltou um fio.


Leva isto à conclusão de ser fria, insensível.

Mas só porque não veem o meu interior alagado, uma tempestade furiosa em que o choro me destrói o peito e o sal me faz arder de tanto magoar.

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