Em vez da água saír invisivel para o céu era muito mais bonito que as nuvens nascessem do mar e ficassem penduradas, a boiar, devagarinho, e só à noite se instalassem numa cama lá no alto. A lua podía então despir-se na sua intimidade e eu não podería ver-lhe os segredos que me fazem chorar.
É que do pouco que mostro as lágrimas é sempre por estas coisas que não têm voz.
1 comentário:
olha que essas filosofices hão-de levar longe, hão-de, hão-de!
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