Dias de má companhia. Tenho-os. Uma batalha de contrários, parentes pobres de uma esquizo mal amanhada, sou puxada, admoestada, condenada e finalmente mártir de mim.
Não gosto de mártires, de santos.
São comuns mortais a quem alguém favoreceu (de per si e por eles) e se disfarçam de inversos. Mas sem a túnica das perguntas. Não perguntam nada, e se o fazem é retórica. Sabem de antemão respostas, causa-efeito, babas que pendem pelo açucarado que agitam frente à boca e nariz.
Os meus opostos gostam de quando em vez levarem-me à irritação fazendo-se de santos. Chuto-os, esconjuro-os, escorraço-me.
1 comentário:
a força que vem do verso tem que vencer de dentro o contrário, o inverso.
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