Agora estás e agora já não estás.
Rompes pelo meu mundo, furas todos os avessos com que me faço mulher, desfrutas dos contrários sabendo-me pasmada ao olhar-te nesse gesto singular.
Depois do feitiço posto, o espaço. Apenas o espaço entre mim e ti, a ausência, sem voz, sem presença, sem sinal.
Imagino-te criado por mim. Mas nem assim sossego.
1 comentário:
estar ou não estar.
mas estar sempre.
ou nunca...
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