Depois de eu ir e se tiver que voltar de novo posso escolher quem serei?
É que o regresso na mesma angústia da partilha dos outros que me invadem, da sobrancería de quem me desdenha desviada e da duplicidade do mundo que se racha a mim... Não sei se aguento.
É que me lembrarei sempre de quem sou. E o que me atemoriza é que nesse tempo não saberei de onde. Já o sinto agora.
1 comentário:
é preciso fruir o que és agora, o que agora vives.
o resto? talvez seja nada e nunca.
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