Era um gosto grande, não só de pele, de palavras, de adivinhas. Era um gosto daqueles de apertar, de sentir-se as mãos do gostar a envolver, sem perguntas sobre o futuro nem tristezas súbitas sobre o se.
Era um gosto tão grande que quase lhe deu medo. Antes de chegar ao medo, deixou as mãos esfriarem e eu vi que os opostos não são todos meus.
1 comentário:
"terna é a noite" ...
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