05/03/09

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Se os outros não têm entendimento para mim que veleidade sería eu afirmar perceber o que os outros de mim são. E acho-me neste constrangimento de ser tão comum e condenatória perante os que fabrico como aqueles que respirando o mesmo ar que eu se acham no direito de me apontar o dedo como estranha, como desviada, como louca.


Mas os universos são diferentes, a rota que perseguem afasta-os diametralmente.


Eu não entendo os meus eus na totalidade mas recebo-os. Os outros não me querem nem pretendem usar de tempo para alcançar distância da ignorância que me atiram. Não sou eu que colido com o mundo deles, tão pouco os meus de mim que os pelejam; São mesmo eles que me rotulam e arquivam. Escondem-me.

4 comentários:

observatory disse...

qm esconde qm?

quem?

isabel mendes ferreira disse...

vim da rua da Costa.....ao invés de todo o tempo em que não sabia daqui.


vim. e fico.



em maravilha.

o Reverso disse...

corro por aqui. mesmo que não alcance a meta, corro. pelo prazer de correr.

não me escondo.

os meus eus sou eu. acarinho-os, trato bem deles, trato bem de mim.

e marginalizo-me. de livre vontade. os outros não os conheço. nem preciso.

observatory disse...

bonito triliti star

pegar a vida a jeito

tal qual esta constança preciosa

que tanto...