A aflição de criança no jocoso apontar e na malignidade inata não me trouxe traumas até aqui.
Aprendi a conviver, a calejar-me e a não me perturbar com essa continuidade que me atiram às costas como um manto que se arrasta trazendo poeira, pedras, lixo. Tão pouco se tornou pesado, alivia-se a experiência pelo deixar de importar...
Outra aflição sim, esta dolorosa e incompreensível pelo gozo orgasmático na forma como os grandes proferem saboreando, que a maligna sou eu. Sirvo-lhes de sobremesa.
Eu só quero ser eu.
1 comentário:
nada é exemplar, e tu és tu....
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