O sol, a chuva e o sol.
Um pão de água que me alimentou a alma e que me fez saír como um caracol que espreita da sua concha o mundo por onde desliza. A que saiu de mim veio feliz, brincou, guardou a concha na caixa de tesouros. Vi-a reflectida nas manchas de chuva que secavam, uma admiração por se encontrar completa depois de tanto golpe, perguntei-lhe por mim, como estava, quem passou nesses instantes pensou que havía perdido alguma coisa na água suja e quis ajudá-la na procura.
Apontei-me, estou ali, aqui vêem? E afastaram-se sob o perigo de uma mulher que fala sózinha.
Não estou, não sou ermo da imaginação nem coisa fabricada nem o que me vi era inverso da alma, era eu, cosida aos meus avessos e voltada do direito.
4 comentários:
És tu no direito da controversa palavra por definir.
Em sintonia.
Bj
sempre duma beleza enorme.....
estas tuas palavras..................
hoje lembrei-me de ti
porque vi portas e janelas e jardins e gente e tanta coisa que te queria contar
lembras-te das minhs historias?
:))))
beijo
eu nunca te abandono
tou sempre
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