Eu assusto.
Tu assustas-te (comigo).
Vós tendes medo (de mim).
Podería conjugar este verbo sem fugir à verdade magoada de que o que é diferente impele os outros à fuga, ao olhar escondido, mas à vontade comichosa de saber o que faz, o que diz, como vive aquele outro que afinal nem tem quatro olhos, uma cauda, mãos com um gancho ao invés de dedos. Que surpresa! Tão semelhante, quase humano...
Quase.
E é neste quase que o meu avesso os espanta, os assusta e fá-los de mim ghetto.
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