Pedi aos outros que me algemassem, assim não corría o perigo de ser eu a escrever e sob luzes a incidirem no rosto já dilacerado das perguntas insistentes a assinatura da confissão, o papel sem piedade.
É claro que mais uma vez nada poderia dar certo, não sendo eu, outro de dentro deste avesso tería de abrir a boca e pior a emenda. Subconscientes. Jardins mais que escondidos onde mato cresce para acobertar as verdadeiras rosas, abriram-se e exibiram toda a sua cor, todo o seu perfume. Todos os espinhos a cravarem-se nos dedos que tiveram a vontade de se lançar para quebrar os pés hirtos que sustêm as minhas rosas.
Sangro, a verdade cheira a sangue embora pareça bonita ao longe.
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